5 (+13) referências de cinema brasileiro

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Hoje é dia de cinema!

Como vocês devem ter percebido, nos últimos anos, o cinema brasileiro tem ampliado sua produção, que vai desde documentários e filmes com características bem realistas, até filmes mais “blockbusters”, e que têm feito grandes volumes de bilheteria. Mas o que sabemos sobre o cinema mais antigo brasileiro?

Com a contribuição de Luís Felipe Hirano, doutor em Antropologia (com foco em cinema), trazemos hoje pitacos sobre cinema brasileiro antes da retomada, e mais: uma lista com 13 filmes mais antigos que vocês podem assistir para conhecer esse cinema.

Vamos aos pitacos:

1) GOMES, Paulo Emílio Salles. Cinema: trajetória no subdesenvolvimentoRio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.

2) BERNARDET, Jean-Claude. Cinema brasileiro: propostas para uma história. São Paulo: Paz e Terra, 1978.

3) ROCHA, Glauber. Revisão crítica do cinema brasileiro. São Paulo: Cosac Naify, 2003 [1963].

4) XAVIER, Ismail. Cinema Brasileiro Moderno. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011.

5) STAM, Robert. Multiculturalismo tropical. São Paulo: Edusp, 2008

 

E mais 13 filmes:

1) Limite de Mário Peixoto (1931).

2) Ganga Bruta de Humberto Mauro (1933).

3) Também somos irmãos de José Carlos Burle (1949).

4) A dupla do barulho de Carlos Manga (1953).

5) Rio, 40 graus de Nelson Pereira dos Santos (1955).

6) Barravento de Glauber Rocha (1962).

7) 5x favela de Marcos Faria, Miguel Borges, Joaquim Pedro de Andrade, Cacá Diegues e Leon Hirszman (1962).

8) Deus e o Diabo na terra do sol de Glauber Rocha (1964).

9) São Paulo S.A. de Luis Sérgio Person (1965).

10) Terra em transe de Glauber Rocha (1967).

11) Macunaíma de Joaquim Pedro de Andrade (1968).

12) O bandido da luz vermelha de Rogério Sganzerla (1968).

13) Matou a família e foi ao cinema de Júlio Bressane (1969).

 

Gostaram das referências? Já assistiram algum (ou alguns) dos filmes? Deixe seus pitacos abaixo!

 

Bons Pitacos!

 

Pitacos por:

Luis Felipe Kojima Hirano

Antropólogo e professor da Fundação Escola de Sociologia Política de São Paulo e da Faculdade Santa Marcelina.

Pesquisa as relações raciais no cinema e é autor da tese: Uma interpretação do cinema brasileiro através de Grande Otelo: raça, corpo e gênero em sua performance cinematográfica (1917-1993)

 

Imagem: Grande Otelo em cena de “Macunaíma” (1968).